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domingo, 22 de março de 2015

Annie e Henrique (último capítulo)

Eae, quem acompanhava a história de um dos casais mais quentes que eu ja escrevi sabe que o último capítulo aconteceu. Então, queria dizer que o livro completo, em PDF estará disponível para download dentro de um mês. Trazendo a parte baunilha da relação.

Leia o último capítulo

"Colocou uma lingerie sexy, seus saltos vermelhos "me foda'' e um sobretudo preto. Seus cabelos foram escovados de modo a ficarem selvagens, rímel e batom vermelho completaram o look. Desceu as escadas, pegou as chaves do carro que estavam no lugar de costume. Um tigela em cima do balcão ao lado da porta. Além da excitação uma emoção, que ela poderia descrever como medo, passou a corroê-la com força."
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Tudo tem um fim (Anie e Henrique)

Quem ai lembra da história desses dois? No último capítulo "Lê um conto comigo? (Anie e Henrique)  " sabe que o sexo foi sensacional como de costume, após a foda alucinante, Henrique a levou em seus ombros pela escada, a jogou na cama e a fodeu duro. Anie acordou emocionada, dolorida e pronta para mais. Mas como de costume seu namorado havia ido ao trabalho muito cedo, cedo de mais para ela, uma alma que considera meio dia madrugada. Com um anseio de o surpreender resolveu ir até seu trabalho, lhe fazer uma surpresa. Colocou uma lingerie sexy, seus saltos vermelhos "me foda'' e um sobretudo preto. Seus cabelos foram escovados de modo a ficarem selvagens, rímel e batom vermelho completaram o look. Desceu as escadas, pegou as chaves do carro que estavam no lugar de costume. Um tigela em cima do balcão ao lado da porta. Além da excitação uma emoção, que ela poderia descrever como medo, passou a corroe-la com força. Deixando o sentimento de lado, abriu a porta e foi em direção ao prédio espelhado do trabalho de seu amado. A secretária não estava em seu lugar de costume, sorrindo Anie abriu a porta e se deparou com o olhar surpreso e... alarmado de seu namorado? Ele estava sentando atrás de sua mesa incrível de pinho e parecia tão bom que lhe dava fome. Sorrindo provocante Anie perguntou : "Olá querido, vim lhe fazer uma surpresa". Como se se recuperando do choque, ele lhe sorriu e empurrou sua cadeira para trás. "Olá querida, que faz aqui?" Seus olhos nervosos, iam dela para a porta. Tomando uma decisão Anie decidiu fechar a porta e contornar sua mesa, Henrique estava obviamente excitado quando a viu com o espartilho e cinta liga. Sorrindo para sua reação Anie se abaixou, levando sua mão a percorrer sua coxa, então abriu o zíper de sua calça de linho e puxou seu pênis para fora. Suas mãos fizeram o movimento universal da masturbação e então ela o abocanhou. Chupou seu comprimento, lambeu suas bolas enquanto lhe dava o melhor boquete de sua vida, masturbava o que não cabia em sua boca. Quando ela sentiu que ele iria gozar, se levantou, empurrou a calcinha para o lado e desceu em seu comprimento, com força, o montava como se não houvesse o amanhã, encontrou sua libertação e Henrique a seguiu. Mordendo seu ombro com força. De repente se houve um barulho de dobradiça, uma mulher com sobretudo, e saltos me fodam encarava a cena em sua frente, era a secretária de Henrique. "Vejo que não precisa de mim hoje baby, já teve sua gozada afinal". A dor e a humilhação da traição percorreram em suas veias. "Anie saia de cima de mim, querida espere". Ele saiu em direção a porta, procurando sua amante enquanto sua namorada chorava, colocando seu sobretudo de volta e seu coração em pedaços. "Henrique você vai atrás dela? Eu sou a namorada, eu fui traída". Sinceramente Anie, você não vai me querer mais, mas Andressa sim, e nós dois não funcionávamos mais, há um tempo. Você sabe, dor dominava seu coração, Anie andou até sua frente, olhou em seus olhos e não viu arrependimento, viu apenas frieza, lhe deu um tapa na cara e disse adeus: "Seu fodido, fizemos sexo que nem dois animais e você me deixa? Como se eu não fosse nada? Eu estou indo embora, você não me procure mais, não ouse me ligar, ou pedir desculpas." O olhar dele não oscilou, "eu não o faria". Saindo, em direção a porta, Anie sentiu seus joelhos tremerem de vergonha, humilhação, raiva. Percebeu Andressa sentada, com um olhar de culpa e lágrimas que caiam. "Me desculpe pela cena". A vadia era muito arrogante, então saiu e nunca mais olhou para trás.

Sentado em sua mesa, com Andressa em sua frente Henrique chorou, seu coração estava arruinado, seu corpo tremia de desespero. Perdeu sua melhor amiga, mas sempre a amaria, ele apenas precisava deixá-la partir, quando pediu a Andressa que lhe ajudasse com isso, ela se sentiu culpada mas entenda seus motivos. Anie apenas chegou antes, deve ter subido de elevador, o que não era seu costume. Queria que ela o pegasse beijando Andressa, mas quando a viu, a química falou mais alto, seu sexo de despedida foi intenso, pelo menos ele teria isso, a despedida. Chorou, como uma criança Andressa embalou seus soluços, lhe prometendo que tudo ficaria bem.

Alguns amores não duram pela eternidade, e alguns para sempre tem a magia de durar apenas alguns momentos. Este durou quatro meses, foi intenso e lhe faria falta. Mas precisava lhe libertar. Pela primeira vez, Henrique era Anie.
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quinta-feira, 5 de março de 2015

Lê um conto comigo? (Anie e Henrique)

Annie


Vamos amor, leia comigo. Era pelo menos a décima vez que implorava para que o teimoso do Henrique lesse o romance comigo, então tive uma ideia que tinha certeza o faria aceitar. -Seguinte, eu serei a Juliet e você o Jax, o que eles fizerem nós faremos. Percebi que em seu olhar que eu havia vencido, o sacana não tinha ideia, me deu vontade de rir histericamente. -Certo, então tudo bem.

Mirei em uma parte que estava lendo aos poucos, narrada por Juliet.

"Então ele me chamou de covarde! Explodi na hora, como se atreve? Eu nunca tentaria me matar jamais. -Você é uma covarde, princesinha, ninguém te ouve. Então a princesinha em questão acertou um sequência de socos em seu braço de arremessador"

Repeti os movimentos, primeiro me lembrando o quão egoísta ele foi por aceitar ler comigo apenas pela perspectiva de ter sexo, então o resto rindo da cara de traído de Henrique. -Você lê romance erótico, não documentários de luta livre, você me enganou pirralha! Me divertia com sua careta de dor. Então Henrique passou a ler a sua parte do livro.

"A coloquei sentada em cima da mesa da cozinha, suas pernas abertas fizeram a saia jeans subir ainda mais. Soltei seus cabelos permitindo que caíssem por seus ombros, sua boca inchada e vermelha de meus beijos estava aberta, tenho certeza esperando mais de minha boca na sua, mas obviamente isso não iria acontecer. Decidi que na cozinha o que fazemos? Comemos, iria degustar primeiramente a minha comida. Buscando na geladeira sorvete sabor abacaxi pesquei uma colher na gaveta, provei do sorvete- Hum delicioso, você deveria experimentar Juliet. Levei uma colher cheia do delicioso sorvete a sua boca em espera, então eu não dei para ela. -Seu merdinha, me de meu sorvete. Com pena da minha deusa sexy, levei a sua boca o delicioso sorvete, diretamente da minha...''

Ah não, falei sentada do balcão da cozinha, estava exatamente como o  personagem era descrito, mas eu odeio sorvete! Ele não se atreve...E foi, o bastardo me deu sorvete. Levando minha mão até seu pau endurecido, o massageei da maneira que sabia que ele amava, então dei um forte apertão. -Cadela! Me xingou com dor.

"Espalhei suas pernas abertas, levei o sorvete até sua boceta e provei da deliciosa sobremesa diretamente do meu alimento favorito, sua doce boceta. A chupei, lambi. Absorvi sua doçura misturada com a doçura do sorvete. Senti suas pernas apertarem em meus ombros, seus dedos puxando meu cabelo e o seu corpo estremecer, olhei para cima a tempo de ver minha menina gozando, como uma deusa ela fez mais uma vez meu coração parar."

-Ohh, eu certamente gosto dessa cena. Tenho certeza que sim Annie, e não posso dizer o quão apaixonado sou por essa cena também, seu gosto é fodidamente foda! Então ele me atacou, me chupou, me devorou. Meu orgasmo atravessou tão rapidamente que me deixou tonta. Quando finalmente abri meus olhos, Henrique estava encaixando seu membro deliciosamente duro e pronto na minha boceta. -Acho que não estava descrita no livro essa cena. Rindo maliciosamente percebi a caneta que mantinha na cozinha em suas mãos, ele rabiscava no livro! O desgraçado, meu livro! Oh Deus, não pare Henrique, mais forte amor, por favor mais forte. As súplicas saiam sem eu ao menos perceber, cheguei ao orgasmo pela segunda vez. Forte, duro e rápido, o melhor tipo de sexo. Enquanto controlava minha respiração e a obrigava a voltar ao normal, li o que o bastardo havia rabiscado: "Então ele a fodeu com força, como um homem louco e apaixonado que era.". Gosto de sua adaptação sabia amor? Ah é sorriu ele, irá gostar ainda mais se me acompanhar. Não tive nem mesmo tempo para responder, ele havia me jogado em seu ombro e subia a escada comigo carregada. Gritei e gargalhei pronta para mais um sexo fantástico.
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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Um outro dia, um outro lugar (Annie e Henrique)

Annie


Era final de ano, caminhávamos pelas ruas da cidadela portadora do nome que a agora me foge a lembrança, o importante é saber que estávamos na Itália. Oh a Itália, tão romântica, tão bela. Seus prédios clássicos e marcantes inspiraram colunas, poemas, livros... O país em que a magia corre solta, e a ligação puxa. Sou uma descendente, sendo assim me encontrei nessa pacata cidade. Minha aventura havia começado faziam dois meses e as aventuras que vivi, ficaram em minha memória para sempre, tenho certeza. Passei por Berlin, Londres, Vegas, lugares tão diferentes e com tamanha energia. Mas porque justo essa cidade que aparentemente não possui nada de especial me chamou atenção? Ó, tenho a resposta, essa cidade me lembra a minha cidade natal, aquela que sei que nunca poderei voltar, depois da briga desastrosa que tive com Henrique, não me entenda mau, mas a cidade é repleta de nós dois, viver lá novamente seria impossível. Andei até um parque que me trouxe memórias de nós dois juntos em nossa última vez juntos.

Anteriormente

Estávamos no parque como de costume, passear por entre as árvores, sentir o cheiro do verde em meio a nossa amada cidade, me fazia sentir sempre mais viva. Caminhava de mãos dadas com Henrique, agarrando forte a sua mão. Existia algo dentro de mim que sinalizava que algo ruim iria acontecer, mas decidi afundar o sentimento e aproveitar esse momento com meu amor. Seus olhos calorosos sorriram pra mim, sua boca desceu até meu ouvido e sussurrou suavemente- Eu te amo. Sorri calorosamente em retorno, fiquei na ponta dos pés e o beijei.

-Eu te amo, daqui até a lua!

Ele sorriu, me puxou em seus braços e me girou. Riamos como crianças...

-Que lindo casal! Pena que seja uma grande fachada.

Ouvi a voz de Verônica, o sentir endurecer contra mim, seu corpo ficar tenso. Antes de focar em minha própria raiva olhei em seu rosto, sua mandíbula estava apertada, seus olhos semicerrados a fitando com raiva e  com medo? Medo por quê?

-Verônica, você por aqui? Pensei que esse fosse o parque dos macacos, não das galinhas.

-Sim meu anjo, mas as galinhas são aceitas, assim como as vacas ostentando seus chifres não é Henrique?

Olhei em seu rosto enfurecido, e chamei sua atenção. Quando seus olhos encontraram os meus, compreendi que a indireta dessa ex era verdade. Ele me traiu com ela. Meu corpo tenso e raivoso, se dirigiu a ela com raiva.

-Sua cretina, me explique isso.

-Seu namorado perfeito não lhe contou? A forma que você se divertiu comigo no jantar da empresa parecia que havia abalado seu mundo. A maneira que falou meu nome, que beijou cada parte do meu corpo...

-Basta! Ele a interrompeu esbravejando. -Saia daqui sua vagabunda. 

-Anie, olhe pra mim, posso explicar.

-Explicar? Vai me falar que isso não é verdade? Com ela? Justamente ela, a mulher que eu odeio, que sempre senti ciúme. O que me corta é que fui fiel a você desde o nosso primeiro beijo, não houve ninguém depois, mas você? Eu não posso mais estar no mesmo ambiente que você!

-Por favor, foi uma recaída, eu estava bêbado. Eu não queria.

Meu coração se quebrou, a pessoa que confiei com todo meu coração, que o possuía resolveu quebrá-lo, esmagá-lo. As lágrimas corriam quentes por minhas bochechas, arranquei a aliança de noivado e joguei em sua cara.

-Tinha certeza que você seria meu e eu sua sempre, posso ver como me engano facilmente. Nunca mais me telefone, ou tente entrar em contato comigo. Esqueça que alguma vez me conheceu.

Sai correndo, chorando em busca de algo que me devolvesse o ar...


Atualmente

Assim, novamente escorriam lágrimas de meus olhos. Os fechei com força e decidiu que essa cidade seria minha nova casa, familiar e confortável mas sem as lembranças de alguém outrora me quebrou.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Amizade colorida quem nunca?

Aposto que vocês que acompanham a história de Anie e Henrique se recorda da primeira vez dos dois, no banheiro da escola em uma noite de bebida e a vontade louca de estarem conectados, quem não leu leia. "Sexo quente duro e rápido".  O romance entre os pombinhos se desenrolou aos poucos vocês viram e acompanharam até agora, então antes de escrever mais uma aventura desses amigos enamorados quero fazer uma pergunta para vocês, quem ai já esteve em uma amizade colorida? Eu super recomendo, a confiança que vocês têm um no outro é completamente diferente, existe o ditado que diz "amizade colorida, ou acaba em namoro ou os dois nunca mais se falam". Para algumas pessoas as coisas podem voltar ao normal após o fim da rede de "benefícios", pra mim não aconteceu, mas em fim. O sexo é ótimo, os beijos são danados de bons, experimentem quem sabe o amor de sua vida não está logo ali te ouvindo derramar seus segredos, aguentando suas mudanças de humor? 

Então tenho uma dica além, assistam o filme amizade colorida que é um super sucesso. 

Boa sorte <3



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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Nas águas profundas (Annie e Henrique)

Annie


Era um dia quente, estávamos na praia eu e Henrique apenas. Havíamos alugado uma casa para passar o feriado. Acordei antes que ele e desci até a cozinha, em cima da bancada estava em repouso o jornal do dia anterior. A manchete de destaque falava a respeito da terceira mudança na tal da Lei Seca, e ao lado estava a minha foto, instigando a todos a lerem minha coluna. Por hábito nunca leio minha coluna, na verdade sequer leio qualquer coisa que escrevo. Apenas deixo o santo baixar e vai com o chefe. Nesse dia resolvi ler, era a minha opinião a respeito do sexo na adolescência. Tenho uma opinião forte sobre o sexo obviamente, escrevo sobre ele, o fiz muito na adolescência também. Recordei de minha primeira vez, a primeira vez com Henrique. Fiquei tão ligada que o calor somou-se com o calor ambiente. Subi as escadas a procura do meu biquíni, Henrique dormia tranquilamente resolvi não acordá-lo para que pudesse descansar. 

Fui correndo até o mar, precisava da benção divina, sentir toda a boa energia me puxando, me lavando e me purificando. Brinquei na água que nem criança, no dia anterior Henrique me ensinou a nadar, agora eu estava lá feito um peixe na água. Senti um calor perfurar minhas costas, me virei e encontrei ele me observando com um sorriso cheio de amor, vestindo sua sunga preta que fez com que eu lambesse os lábios automaticamente.

-Está de muito bom humor não é criança?

Falou em tom de zombaria, os olhos dançando com diversão.

-Sim estou, venha se divertir comigo amor- Falei fingindo um tom casual, mas sabia que ele pegaria meu tom.

Ele se aproximou, passou as mãos em minha cintura e levou sua boca na minha. Depois de um beijo de tirar o folego que me deixou tremendo de necessidade ele se afastou e me levou mais longe no mar...

-Henrique, pra onde estamos indo, é muito fundo!

-Amor, eu preciso te levar o mais longe que der, onde os banhistas não possam ver você gozar ao redor do meu pau.

Não tinha como questionar isso certo? Fui com ele, ate que ele decidiu que estávamos longe o bastante. Circundei minhas pernas em sua cintura e levei minha boca na sua. 

-Seu beijo tem um gosto tão bom baby- Falei com a voz rouca cheia de desejo, podia sentir seu pau duro pressionando contra a mim, então me balancei em sua direção necessitando desesperadamente dele em mim. Sua mão chegou até o tecido do meu biquíni, o afastando para o lado então pressionou seus dedos em meu clítoris desesperado por atenção. O primeiro dedo entrou, combinando com o movimento do outro em meu clítoris, sentia que estava prestes a gozar até que ele parou...

-Seu idiota, continue!

-Calma amor, eu vou comer você agora. Pense nas pessoas na praia, será que saberão que estamos fazendo sexo aqui? Na água, nossos corpos serão pegos na linha de visão deles?

Henrique sabia que isso tudo me deixava ainda mais excitada, assim apareceu seu sorriso de canto de boca. Então sem que eu percebesse, com um movimento firme ele estava dentro de mim. Todo, inteiramente em mim, comecei a montá-lo sem me importar que qualquer um visse. Fui atrás do meu momento mágico, e oh estava tão perto. O montei como montam-se os garanhões por ai, até que finalmente gozei com força. Suas estocadas ficaram fortes, até que seus dedos apertaram meus quadris firmemente então sua libertação chegou. Seus olhos no momento que estava gozando adquiriam um brilho intenso, de paz, energia, mágica e amor. O sexo é a ligação da vida, o orgasmo nosso pequeno Nirvana, estamos sempre a sua procura.


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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Um dia de lenha, um dia de... (Anie e Henrique)


Anie

Chegou em casa, suado de ter cortado lenha do lado de fora. Sua camisa com as marcas de suor, seu cenho franzido pelo esforço, minhas pernas se apertaram de excitação. Sua voz reverbou pela sala, dura e autoritária.

-Tire as roupas, agora!

Tentando soar atrevida, dei um sorriso frouxo e disse com uma voz quebrada- E se eu me negar?

Sua expressão irritada se aprofundou embora seus olhos estivessem injetados por divertimento.- Se você não tirar essas suas roupas eu mesmo as tirarei.

-De repente eu queira que você as tire- Falei ainda provocando.

Dois passos foram o suficiente para que ele viesse de seu lugar até meu encontro. Arrancou minha calça legging, minha camiseta foi literalmente rasgada do meu corpo. Estava em sua frente, utilizando apenas sutiã e calcinha. Ele respira com dificuldade, as mãos cerradas em punho.

-Tire o sutiã enquanto eu me dispo. 
Os próximos instantes foram corridos, suas roupas saíram com tamanha velocidade que quando estava terminado de retirar minha calcinha, um preservativo já estava em seu glorioso pau. Me levantou na mesa da cozinha, se colocando entre minhas pernas, enquanto uma mão guiava seu pau para minha abertura, a outra estava delicadamente em meu rosto. Seus olhos focados no meu conforme me possuía delicadamente e com força. Nossos olhos queimaram juntos no momento que estava completamente em mim. Sua mão esquerda agarrou meu cabelo com tanta força que quase doeu, então ele bateu em mim com sua mão direita, dando palmadas fortes conforme me comia com toda sua vontade. Gozei tão rápido e profundo que minhas pernas viraram geleia e meu cérebro se desliguei. Sua respiração se acelerou, assim como seus movimentos quando finalmente encontrou sua libertação. 

Entendi o que queriam dizer com a frase " Alcançamos o Nirvana nem que por alguns instantes por meio do orgasmo".
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Resolvendo o "problema" por telefone (Anie e Henrique)

Anie

Era final de semana, Henrique teve que ir a uma viagem de negócios e estava sentada na cama, com meu notebook em cima das minhas pernas tentando desesperadamente escrever o artigo para o jornal. Ouvia música no volume máximo, o bom e velho rock para que a inspiração chegue e se sente ao meu lado. Então um calor começou a se formar por entre minhas pernas com as frases sexy da música, minha vontade de fazer sexo só aumentava conforme a música continuava. Então recordei de uma conversa que havia tido com Henrique um tempo atrás, sobre sexo no cinema, e recordei de nossas próprias aventuras no cinema. Minha excitação estava tão imensa que fui a um site desses que podemos ler contos eróticos, encontrei um que fez com que minha mão começasse a doce viagem para o sul enquanto a mão esquerda acariciava meu seio. Ahh  
O conto com alguns erros de português que foram esquecidos rapidamente foi escrito por uma garota com mais ou menos minha idade, leiam um trecho:  

  "logo que começou o filme ele já começou a me apalpar, e por a mao na minha bucetinha, eu exitei, o cinema estava meio cheio e eu fiquei com medo de alguém ver, mas depois de muito insistir, aceitei.. E comecei a gemer baixinho, ele me masturbava cada vez mais rápido e eu já não estava conseguindo mais me segurar. Ele percebeu e disse que  continuaria se eu chupasse ele. Eu disse que não, todo mundo ia perceber, mas ele não aceitava não como resposta, e como eu tava quase morrendo de tão excitada, quase gozando.. aceitei, e comecei a chupar ele ali mesmo comcei passando a lingua naquelas bolas, e fui lambendo todo o pau dele, e chupei muito rapido, sugava as bolas, ele dava gemidinhos, e as vezes alto demais, nem me importava,  queria chupar aquele maestro, e por mais que fosse arriscado, continuei, quando ele estava quase gozando, ele disse que era a vez dele, e me chupou gostoso, fazendo movimentos circulares com a lingua, e sugando meu grelinho, eu estava gemendo muito, minhas pernas já tremiam, então ele subiu pros meus peitos e enquanto acariciavam, ele chupava meus peitos, era uma delicia, e eu  queria ser penetrada, mas jamais pensei que passaria daquilo, afinal, era muito arriscado.   
Mas ele abaixou minha calça e me puxou pra cima dele, eu não estava acreditando, e ele ficou pulsando, eu me entreguei e cavalguei rápido, cada vez mais rápido, se ele quer brincar, vai ter brincadeira. Eu cavalgava, cavalgava, parava e apertava minha bucetinha pra fazer pressão nele." 

Meu dedo acariciava ritmicamente emu clitoris já tão inchado enquanto o outro dentro bombava detro de mim, imaginei eu e Henrique no lugar desse casal de namorados, fazendo sexo como loucos em um cinema. Imaginei seus beijos nos meus seios, sua boca sugando-os, ele me chupando tão intensamente e seu pau duro no lugar de meus dedos. Meu telefone tocou ao meu lado, vi seu nome no identificador, com uma mão o atendi, eu não poderia parar, sua doce voz me levou ao ápice.  
    
"Oi baby, saudades já". Então gozei intensamente gritando seu nome como se realmente o estivesse montando. Sua voz ficou rouca imediatamente.  
    
-Estava se masturbando pensando em mim amor?  
-É claro, preciso tanto de você aqui comigo, me comendo, me chupando. Preciso do seu pau em minha boca...parei de falar quando ouvi o barulho do cinto sendo desfivelado...-Henrique você está sozinho? Está se tocando? -Perguntei ansiosa para fazer sexo por telefone  
    
-Sim, estou no quarto de hotel, com meu pau na mão. Imaginando você nua, com seu corpo perfeito, cheio de curvas assassinas, me montando como um garanhão. Sua boca no meu pescoço, sua língua percorrendo minha veia pulsante...  
    
-Oh Henrique, sim baby, por favor mais forte-Eu me tocava com tamanha necessidade, como se não tivesse acabo de ter um orgasmo alucinante  
    
-Eu estou batendo com toda força amor, leve tudo de mim, oh baby  
    

Juntos tivemos um orgasmo por telefone, desligamos fazendo juras de amor. Cai na cama e imediatamente soube o que escrever no artigo...Ele sempre foi minha melhor inspiração.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

In natura- Parque (Anie e Henrique)

Anie

Era cerca de uma hora da manhã, Henrique e eu estávamos caminhando pelas ruas, a madrugada tão doce e cheia de segredos, a liberdade pulsava em minhas veias. Fomos caminhando de mãos dadas, por entre as ruas da cidade até que sem ao menos perceber chegamos ao parque, um lugar cheio de verde, com balanços e quadras de esportes. Agora a tal hora da manhã estava vazio a não ser pela pista de skate onde um rapaz treinava furiosamente seus movimentos, no outro canto do parque um morador local e preparava para dormir, e entre as árvores mais a esquerda alguns três compartilhavam um cachimbo da paz. A noite serena, o céu escuro e o cheiro do meu amado faziam daquela uma noite perfeita. Nos sentamos na grama olhando diretamente para a lua, sentei-me do meio das pernas de Henrique, me apoiando contra seu peito largo. Me sentia amada e acolhida, sua mão subia e descia em meu braço esquerdo enviando fontes de energia eletrizantes, joguei minha cabeça contra seu ombro olhando diretamente para o céu estralado. Sua boca começou o assalto em meu pescoço, dando beijos leves e mordidas doces. Sua mão esquerda desceu de meu braço indo para meu seio, sorte que minha camiseta preta do Ozzy havia sido cortada a fim de se obter um decote, sua mão invadiu meu sutiã, provocando meu mamilo que estava em um pico duro de excitação, sua língua continuava a me deixar louca, enquanto seus dedos alongavam ao redor do meu mamilo, a outra mão então juntou-se a doce tortura. por baixo da camiseta percorreu meu estômago, subiu, acariciou meu seio, e então começou a jornada para o sul. O primeiro botão de minha calça jeans saiu delicadamente de sua casa, o segundo um tanto mais rápido e o terceiro praticamente fora arrancado. Sua mão chegou a minha calcinha, me acariciando por cima mesmo, gemi em seu ouvido, virei minha boca contra a sua e o invadi com minha língua sedenta. Seu dedo entrara pelo lado de minha calcinha de renda, a puxando contra meu clítoris que crescia mais e mais excitado a cada segundo. Olhei ao redor, ninguém prestava atenção em nós, escondido nas árvores, cobertos pelas sombras da noite. Sua ereção pulsava contra meu bumbum, me empurrei para trás necessitando escandalosamente de seu membro duro contra mim...

-Por favor, implorei com a voz quebrando em um gemido desesperado. Seus dedos continuaram o assalto, me fodendo como sabia que seu pau faria logo em seguida, até que em instantes cheguei ao pico do meu prazer, puxei seu lábio contra o meu e mordi com força quando o orgasmo me atingiu. Invés de estar saciada, minha energia se duplicou, precisava tanto quanto oxigênio dele dentro de mim, grosso, duro, áspero. Abri o zíper de sua calça jeans, peguei um preservativo de sua carteira, o abri com os dentes e levei a camisinha em seu membro duro com a boca, seus olhos queimaram nos meus. baixei minha calça jeans até os joelhos, e sentei de costas em cima dele como estávamos antes, agora seu pau forçava a minha entrada que muito carinhosamente o recebeu. Gemi com sua intromissão e o cavalguei a vista da lua e das estrelas, sua mão circundou minha cintura vindo até meu clítoris, o esfregava com força como sabia que eu gostava...

-Venha comigo amor, por favor..ahhh

Juntos em um beijo tanto molhado quanto atrapalhado gozamos com força, com amor, e com carinho. Demorei alguns segundos para finalmente me levantar, retirar seu membro de mim, que já estava semi ereto.

-Oh quem esta voltando a vida tão rápido. Ele sorriu seu sorriso de lado, que fazia minhas calcinhas se encharcarem a cada vez-Vamos para casa baby, a segunda rodada nos espera.

De mãos dadas fomos em direção ao nosso ninho de amor, ou um deles.


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domingo, 28 de dezembro de 2014

Biblioteca! Sexo entre os livros- Anie


Anie

Hoje o dia será incrível! Tenho certeza, passearei com Henrique, meu melhor amigo, a minha paixão escaldante. iremos a biblioteca pública, já posso sentir o cheiro dos livros antigos e novos, ah os livros. Eles me deixam completamente entusiasmada. Oh la vem Henrique, ele esta vestindo tão bem que acho que vou pedir para o moço do balcão embrulhar, sua calça jeans preta, camiseta e jaqueta me deixam excitada com sua visão. Ah os livros e Henrique, será um ótimo dia.

Entramos na biblioteca e percorremos os corredores, passamos por meus autores prediletos, Meg Cabot, Bella Andrade, J.k, Rick R, e tantos outros que estou mais animada que criança em parque de diversões, eles têm aqui cada coleção completa dos meus sonhos. Henrique coloca a mão esquerda descansando em cima do meu bumbum, me sinto ligar na hora, olho por cima do ombro ele tem aquele sorriso no rosto que me diz que ele sabe o efeito que tem sobre mim. Paro no meio do caminho sabendo que ele irá de encontro com a minha parte traseira, sorrio ao ouvir sua ingestão precipitada, dou uma rebolada em sua frente, contra sua calça jeans e o sinto endurecer. Continuo caminhando calmamente, sei que acordei a fera...

Sinto suas mãos agarrem minha cintura e meu rosto se amplia em um sorriso quando ele me empurra contra uma prateleira, ouço o barulho do metal e dos livros, estou rodeada pelas coisas que mais amo, livros e Henrique. Seu beijo me deixa sem fôlego, ele passa o desejo, sua fome e sua ânsia por mim naquele instante.

-Precisamos sair daqui- Eu digo com a voz ofegante

-Venha... Sua voz reflete determinação e esta rouca, meu homem está sempre tão pronto para o sexo. Minha excitação cresce ainda mais quando ele nos leva a um pequeno comodo que parece ser uma despensa, existe produtos de limpeza, vassoura e rodos. Sou encurralada contra a porta, sinto sua mão esquerda percorrer meu corpo, e sinto que ele segura algo na outra mão, olho para ela e em suas mãos está um livro, "As crônicas do gelo". Ele me leva então até a mesinha do canto, abaixa minha calça jeans, e da um beijo no meu centro, sua língua percorre com urgência, seu dedo entra em mim provando minha umidade.

-Oh amor, você esta tão pronta pra mim...

Só posso gemer e lhe pedir para andar depressa, preciso dele em mim, AGORA.

Ouço o barulho de sua calça sendo abaixada, e então o deslizar do preservativo em sua seta. Ele repousa algo em minha bunda, olho por cima do ombro e vejo o livro. O desgraçado irá ler enquanto me come. Ele entra de vagar em mim, tão malditamente devagar, então começa a se mover, com precisão mas lentamente, afinal ele esta lendo enquanto me come, porra isso é fantástico. Sinto minhas pernas tremendo e sei que meu orgasmo esta próximo. Começo a encontrar cada uma de suas estocadas até que finalmente gozo violentamente. Ele me entrega o livro, força minha cabeça para baixo enquanto segura firmemente em meu cabelo e termina de me comer de forma espetacular.

Oh eu sabia que o dia seria fantástico, não avisei?
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Anie: O sexo nem tão fácil

Anie 

Era por volta de meia noite, andava sozinha por meu quarto procurando desesperadamente algo que me distraisse de minha saudade, que afugentasse a mágoa para longe. Conversas, música, nada resolvia. Tudo parecia errado, as coisas simplesmente não se encaixavam mais como antes. Fiz o que sempre fazia em dias próximos a esse em minha depressão seletiva, rock  no rádio, um banho e uma roupa sexy. Segue um batom vermelho, cor vibrante tal quanto sangue, olhos marcados com preto e salto foda me. Iria a procura, iria a caça de minha felicidade.

Chamei um táxi, que veio surpreendentemente rápido, ora quem sabe minha sorte iria mudar. Saltei o meu destino e voltei para meus contatos, assim que chegasse minha "tribo'' estaria esperando por mim, e assim se fez. Quando desci do táxi eles estavam, a minha salvação, os melhores amigos, ou parte deles. Rock pulsava por toda a rua, bebidas rolavam facilmente, drogas circulavam, mesmo assim a adrenalina que sentia era composta em igualdade pela confiança que lançava a essas pessoas, roqueiros são gente boa, não os julguem. Um cara "todo de preto" pode te tratar mil vezes melhor que esse playboy certinho que você encontra por ai, eles lhe dão carinho, seu coração e quando a sorte esta grande um sexo incrível. A primeira bebida chegou, desceu tão facilmente devido a sede por audácia talvez, deixei o sangue percorrer por minhas veias ó tão inebriante! A coragem líquida se espalhou e então fui a caça, quem disse que rock não é sexy nunca viu a garota certa dançar é o que sempre digo. Dancei, mantendo um olho atento aos possíveis caras do esquecimento, achei um que me abriu o apetite, segui em linha reta, caminhando confiante. Sorrisos e poucas palavras o levaram até a pista de dança comigo, dançamos, dancei para ele, senti sua ereção pulsar. Achar o lugar foi fácil, seu carro estava estacionado do outro lado da rua, tesão percorria minhas veias, os beijos foram aumentando e as roupas saindo. Porém, uma única coisa estava errada, olhava em seu rosto e relembrava Henrique, um grito histérico saiu de meus lábios, irritado a "foda" da noite perguntou qual o meu problema, com uma voz decadente disse: "meu problema é um coração partido e um sexo insuperável".


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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sexo romântico também vale

Anie

Ele me empurra contra a parede de nosso apartamento logo após fechar a porta, durante a viagem de dois minutos no elevador posso ter provocado essa reação dele. Eu apenas tirei minha calcinha e entreguei pra ele, quem imaginaria que eu seria lançada contra a parede, erguida e sido forçada a prender minhas pernas em sua cintura? rs eu não.

Enquanto ele me beijava com paixão e saudade, fui desabotoando os botões de sua camisa, até que fiquei tão irritada com os malditos que estavam no meu caminho que dei um puxão, voaram pequenos círculos brancos pelo corredor. Senti seu sorriso no meu pescoço.

-Com pressa baby? falou em sua voz rouca e sexy, se eu estivesse usando calcinha tenho certeza que ela estaria encharcada agora. 

-Elas estavam no meu caminho, falei com dificuldade.

-Venha amor, vamos para o quarto preciso beijar cada centímetro do teu corpo.

Ele me ergueu e me levou direto para meu quarto no fim do corredor. Amo como ele é forte e pode me carregar. Henrique me depositou na cama, usando aquele sorriso de canto de boca que tanto me excita. Se aproxima de mim, puxa meu vestido preto que usei para o jantar de hoje, ele puxa até que chega aos meus braços, eu os ergo e meu vestido se vai...Estou apenas de sutiã enquanto ele me olha como um predador pronto para atacar sua presa, mas ah outros sentimentos em seu olhar que antes ão estavam tão evidentes, existe amor, esperança e saudade. Ficamos três meses separados afinal de contas, precisamos trabalhar em nosso relacionamento, mas o amor terá que nos manter, eu realmente espero. Me sento e tiro o sutiã, olhando em seus olhos e vejo o fogo que sempre aparece quando ele percebe meus seios, o cara os ama. Henrique se aproxima, pairando em cima de mim, então me beija apaixonadamente, trago minha perna a sua cintura querendo estar mais perto. 

-Tire suas roupas, AGORA- Falo em um tom de voz suplicante

-Calma amor, vamos fazer de vagar

-Eu não sei de vagar amor, por favor.

O bastardo apenas sorri, mas pelos menos se livra de suas calças, então em minha frente está a minha paixão, o meu retrato preferido, Henrique completamente nu. Sua tatuagem clama por meus dedos, eu me aproximo e sigo as linhas, passo minha língua por elas...

-Basta- ele fala em seu tom de voz autoritário-Se você continuar fazendo isso, irei te foder e preciso fazer amor com você.

-Oh.. é o som que escapa pela minha boca quando sinto seus lábios percorrendo meu pescoço, descendo e chupando meus seios, dando atenção a cada mamilo, com seus dedos e sua boca. Vai fazendo uma trilha intercalada de beijos e mordidas, então chega em minha virilha, inala profundamente e desvia...o insolente. 

-Por favor...

-Calma, vou provar cada pedacinho do seu corpo, tem noção de como senti falta dele? De você? de suas reações quando te toco, te beijo? 

Eu me derreto por dentro e decido deixá-lo com sua aparente caça ao tesouro.

Ele beija aquela área escondida atrás de meus joelhos e isso me deixa louca, estou quase no ponto de subir em cima dele quando ele começa a subir os beijos. Chega a minha boceta, que está pulsante por seus beijos, por sua língua e por seu pau. 

-Hm, esse gosto

Então sua língua entre em minhas dobras, ele me fode com sua boca enquanto circula com seu dedo o meu clítoris. Sinto o orgasmo se aproximar e explodo gritando seu nome. Dou um sorriso, porque apenas o meu homem pode me deixar tão satisfeita, olho pra ele que me olha com admiração e amor.

-Você é tão receptiva, tão conectada a mim

-isso é porque sou apaixonada por você, e creio que o fato de você ser tão quente ajude também. Agora se você não se importa poderia me comer por favor

-Nunca terá que pedir por isso duas vezes meu amor

Então vejo ele colocar um preservativo em sua seta, ele se posiciona entre minhas pernas e entra devagar, me deixando sentir cada pedaço desse órgão que tanto amo ele. Quando ele esta profundamente enterrado dentro de mim, nossos olhos se comunicam...

-Amo você Anie, foda-se buceta mágica que você tem baby

-Amo você também baby

Ele começa a se mover lentamente dentro de mim, em um ritmo constante.

-Rápido amor, por favor. Não consigo de vagar. -Suplico

-Precisamos disso assim, de vagar. Me deixe te amar com meu corpo.

E assim ele fez, me mostrou com seu corpo o quão perfeitos somos juntos. Senti seu ritmo aumentar, levei uma mão até a conexão entre nós alcançando meu clítoris. 

-Foda-se baby, se toque, isso é tão quente

Ouvi meus próprios gemidos, e soluços enquanto ele urrava como um homem das cavernas, o meu homem das cavernas, e juntos chegamos a mais um orgasmo. Pode não ter sido o mais arrebatador, porra loca, mas foi o mais especial. Finalmente tínhamos feito amor.


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